Exames

ÁCIDO FÓLICO (FOLATO)

O ácido fólico atua na maturação das hemácias e participa do processo de síntese de componentes dos ácidos nucléicos. A deficiência do ácido fólico é quase sempre consequência de ingestão insuficiente e esta presente em cerca de 1/3 de todas as mulheres grávidas, na maioria dos alcoólatras crônicos, nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com distúrbios absortivos do intestino delgado. Pode estar falsamente elevado em casos de hemólise. Sua concentração pode estar reduzida com o uso de contraceptivo oral. Flutuações significantes ocorrem com a dieta e pode resultar num folato sérico normal em um paciente deficiente.

ÁCIDO LÁTICO – LACTATO

Para ajudar a detectar condições de hipoxia e outras que causam produção excessiva ou depuração insuficiente de lactato no sangue.

ÁCIDO ÚRICO

Importante no diagnóstico de gota, já que o acúmulo do ácido úrico nas articulações e tecidos é o que define essa enfermidade. Pode estar aumentado também em outras alterações clínicas como insuficiência renal, etilismo, cetoacidose diabética, psoríase, pré-eclampsia, dieta rica em purinas, neoplasias, pós- quimioterapia e radioterapia, uso de paracetamol, ampicilina, aspirina (doses baixas), didanosina, diuréticos, beta-bloqueadores, dentre outras drogas.

ÁCIDO ÚRICO URINÁRIO

Cerca de 70% do ácido úrico é eliminado pelos rins. Esta dosagem é útil em pacientes com cálculos urinários para identificação daqueles com excreção urinária de urato aumentada. Álcool causa diminuição do urato urinário.

Albumina

Marcador de desordens do metabolismo proteico (nutricional, síntese reduzida, perda aumentada), avaliação de status nutricional, pressão oncótica sanguínea, doença renal com proteinúria e outras doenças crônicas.

Aldolase

Avaliação dos processos de depleção muscular. Valores aumentados: distrofia muscular de Duchenne, dermatomiosites, polimiosites, triquinoses, rabdomiólise, hepatites agudas e outras doenças hepáticas agudas, infarto do miocárdio, câncer de próstata, pancreatite hemorrágica.

Aldosterona

Avaliação de quadros hipertensivos quando se suspeita de hiperaldosteronismo.

ALDOSTERONA URINÁRIA

Diagnóstico diferencial de hiperaldosteronismo. Valores aumentados: hiperaldosteronismo primário (com renina sérica baixa) e secundário (com renina sérica elevada), hiperplasia adrenal congênita, deficiência de aldosterona sintetase, hiperplasia adrenal, dieta hipersódica. Valores diminuídos: síndrome de Addison, hipoaldosteronismo hiporeninêmico por distúrbios renais, dieta hipossódica, síndrome de Barter (alcalose hipocalêmica congênita).

ALFA FETOPROTEÍNA

A Alfa-fetoproteína é uma importante glicoproteína do plasma fetal.

ALFA1 GLICOPROTEÍNA ÁCIDA

Monitoramento de processos inflamatórios em geral.

ALT (TGP)

Para ajudar no diagnóstico de danos no fígado.

AMILASE

Dosagem utilizada para o diagnóstico de pancreatites, parotidites e macroamilasemia. Valores aumentados: pancreatites agudas (início 3-6 horas, pico 20-30 horas, duração 48-96 horas), obstrução pancreática, trauma pancreático, câncer pancreático, obstrução biliar, infarto do miocárdio, perfuração intestinal, peritonite, gravidez ectópica, cetoacidose diabética, alguns tumores pulmonares ou ovarianos, queimaduras, insuficiência renal (por falha no clearence), parotidites infecciosas e não infecciosas, obstrução de glândulas salivares, calculose salivar.

ANTI-ESTREPTOLISINA O (AEO)

A Antiestreptolisina O (AEO) elevada indica infecção por estreptococos beta-hemolíticos, mas de forma isolada não permite o diagnóstico de febre reumática ou glomerulonefrite difusa aguda (GNDA).

ANTI-RECEPTOR DO TSH (TRAB)

Para ajudar a diagnosticar e monitorar as doenças autoimunes da tireoide e para distinguir estas a partir de outras formas de tireoidites.

AST (TGO)

Para ajudar no diagnóstico de danos no fígado.

B-hCG QUANTITATIVO

A dosagem de hCG é utilizada primariamente para o diagnóstico da gravidez.

BAAR

Diagnóstico de processos infecciosos causados por micobactérias.

BILIRRUBINA

Útil na investigação e monitoramento de doenças e condições hepatobiliares e hemolíticas.

CÁLCIO

Esse exame e útil no diagnostico e no seguimento de distúrbios do metabolismo de cálcio e fósforo, incluindo doenças ósseas, nefrológicas e neoplásicas com repercussões nesse metabolismo.

CÁLCIO IÔNICO

Em comparação com a dosagem de cálcio total, a determinação do cálcio iônico oferece a vantagem de se referir a fracão do elemento fisiologicamente atuante.

CÁLCIO URINÁRIO 24h

Esta determinação e útil sobretudo na avaliação do paciente com cálculo renal e, eventualmente, no seguimento de portadores de hiperparatiroidismo, lesões ósseas metastáticas, mieloma, intoxicação por vitamina D, acidose tubular renal, tirotoxicose, doença de Paget e sarcoidose.

CALCITONINA

Sua determinação é indicada para o diagnóstico e acompanhamento de pacientes com carcinoma medular da tireóide.

CÉLULAS LE

Teste utilizado para auxílio de diagnóstico do lupus eritematoso sistêmico, sendo a positividade da pesquisa observada em 70% a 80% dos casos onde existe a doença.

CHLAMYDIA TRACHOMATIS IgG

Diagnóstico de processos infecciosos por Chlamydia trachomatis.

CHLAMYDIA TRACHOMATIS IgM

Diagnóstico de processos infecciosos por Chlamydia trachomatis.

CITOMEGALOVÍRUS IgG

Determinação de contato anterior com citomegalovírus antes de transplante de órgãos; diagnóstico de citomegalovirose.

CITOMEGALOVÍRUS IgM

Determinação de contato anterior com citomegalovírus antes de transplante de órgãos; diagnóstico de citomegalovirose.

CITOMEGALOVIRUS IgM NEONATAL

Determinação de contato anterior com citomegalovírus antes de transplante de órgãos.

COLESTEROL TOTAL

Monitor de risco de desenvolvimento de doença cardíaca coronariana (DCC).

COOMBS INDIRETO

Pesquisa de anticorpos contra proteínas de membrana de eritrócitos (em especial D), em exames pré-transfusionais ou pré-natais.

COPROLOGIA

Útil na avaliação de distúrbios funcionais e orgânicos do processo de digestão e absorção dos alimentos permitindo diagnosticar.

CORTISOL

Utilizado para avaliar a função adrenal. O cortisol é o principal hormônio glicocorticóide produzido pela córtex adrenal humana.

CORTISOL LIVRE (na urina)

A determinação do cortisol livre na urina e útil na avaliação das condições de hipofunção e principalmente hiperfunção adrenal (síndrome de Cushing).

CPK-MB

Esse exame tem a finalidade de diagnosticar e acompanhar a evolução do infarto agudo do miocárdio (IAM) e se baseia na quantificação direta, por imunoensaio, da proteína CK-MB.

CREATININA

Teste utilizado para avaliar a função renal. A creatinina é produzida nas células a partir do catabolismo da creatina (componente de alto conteúdo energético).

CREATININA URINÁRIA

Diagnóstico de condições que reduzam a massa muscular. Valores aumentados: jejum prolongado, inanição, distrofia muscular, poliomielite, atrofia, poliomiosite, hipertireoidismo, miopatia induzida por corticosteróide.

CREATINOFOSFOQUINASE - CK TOTAL

Enzima encontrada principalmente na musculatura estriada, cérebro e coração. É um marcador sensível, mas inespecífico de lesão miocárdica.

CULTURA DE FEZES

Diagnóstico de processos infecciosos de trato gastrointestinal por bactérias enteropatogênica.

CULTURA DE URINA

Diagnóstico das infecções do trato urinário. A presença de qualquer microrganismo é indicativa da presença de um processo infeccioso.

CURVA GLICÊMICA

Diagnóstico e acompanhamento de diabetes mellitus ou condições hiperglicêmicas; diagnóstico de condições que levam a processos de hipoglicemia.

DENGUE

Diagnóstico de dengue. A dengue é uma infecção viral aguda caracterizada por início agudo de febre, dor de cabeça, dores musculares (em juntas e periorbitais) e rash cutâneo. Em circunstâncias especiais, o quadro pode ser hemorrágico.

DESIDROGENASE LÁCTICA (DHL)

Valores elevados de desidrogenase láctica (DHL) são encontrados em neoplasias em geral.

DHT – DIHIDROTESTOSTERONA

Esta dosagem tem utilidade na avaliação e no seguimento de pacientes com hirsutismo, sendo fundamental para o diagnostico dos raros casos de defeito da 5-alfarredutase.

ESPERMOGRAMA

O exame de espermograma consiste em analisar a quantidade e a qualidade dos espermatozoides de um indivíduo para diversos fins, inclusive verificar se ele é estéril ou não.

ESTRADIOL (E2)

O estradiol (estradiol-17B, E2) é o principal estrogênio bioativo produzido pelos ovários, embora seja produzido também pelos testículos e placenta. Sua determinação é realizada para determinar a condição estrogênica em mulheres, especialmente em casos de amenorreia (dosado em conjunto com o hCG), e como guia para monitoramento do desenvolvimento folicular durante a indução da ovulação. É também produzido nas adrenais, nos testículos e a partir da conversão periférica da testosterona.

EXAME DE URINA – EAS

Análise da urina abrangendo suas características químicas e e físicas. O sedimento formado também é pesquisado com o objetivo de quantificar e qualificar achados microscópicos, como cristais, leucócitos e hemácias.

EXAME TOXICOLÓGICO DE LARGA JANELA DE DETECÇÃO REALIZADA EM AMOSTRAS DE QUERATINA

O exame toxicológico de larga janela de detecção é obrigatório para emissão de CNHs C, D ou E e para contratação e desligamento dos motoristas profissionais CLT.

Trata-se de um exame que visa detectar em uma janela de 6 meses as seguintes drogas:

  • Maconha e derivados (skunk, haxixe…)
  • Cocaína e derivados (crack, merla…)
  • Anfetaminas (diferenciamos o consumo terapêutico do abusivo)
  • Metanfetaminas (speed, ice, meth…)
  • Ecstasy (MDMA)
  • Ecstasy (MDA)
  • Ecstasy (MDE)
  • Heroína,
  • Morfina,
  • Codeína,
  • Oxicodine,
  • Anfepramona ( exclusivo para DENATRAN e Ministério do Trabalho )
  • Femproporex ( exclusivo para DENATRAN e Ministério do Trabalho )
  • Mazindol ( exclusivo para DENATRAN e Ministério do Trabalho )

FATOR ANTI-NUCLEAR (FAN)

Diagnóstico de doenças autoimunes sistêmicas ou reumáticas

FATOR REUMATÓIDE

Sua pesquisa e dosagem tem utilidade no diagnóstico da artrite reumatoide (AR), uma vez que ele esta presente em aproximadamente 80% dos adultos portadores de AR, embora seja encontrado em apenas 20% dos indivíduos com AR juvenil.

FERRITINA

A determinação da ferritina é um importante parâmetro para o diagnóstico e acompanhamento terapêutico de processos ferroprivos. Um balanço negativo do ferro (menor oferta do que consumo) diminui os valores da ferritina sérica. Valores inferiores a 12,0 ng/mL são associados a estados clínicos de deficiência de ferro. Durante a terapia de reposição de ferro, os valores indicam o sucesso terapêutico.

FERRO SÉRICO

Diagnóstico diferencial de anemias; diagnóstico de hemocromatose e hemossiderose.

FOSFATASE ALCALINA

Diagnóstico diferencial de hepatopatias e icterícias obstrutivas; diagnóstico de doenças ósseas; diagnóstico do metabolismo mineral.

FÓSFORO

Avaliação do metabolismo do fósforo.
Os compostos que contém fósforo estão presentes em todas as células e participam de muitos processos bioquímicos importantes, fazendo com que os fosfatos exerçam papel fundamental no metabolismo humano.

GAMA GT

É um sensível indicador de doenças inflamatórias e de lesão hepática, estando significamente elevada nas doenças obstrutivas hepatobiliares. Devido aos efeitos do consumo de álcool nos níveis de gama GT, aceita-se este como um marcador sensível de alcoolismo crônico.

GLICOSE

O exame de glicose é pedido para medir a quantidade de glicose no sangue no momento da coleta. É usado para detectar hiperglicemia e hipoglicemia, para ajudar o diagnóstico de diabetes, e para monitorar os níveis de glicose em pessoas com diabetes.

GLICOSE PÓS-PRANDIAL

Exame de dosagem da concentração de glicose depois de uma refeição ( intervalo usual de coleta: 2h depois da refeição), com o objetivo de mensurar a resposta do organismo em frente à uma ingestão maciça de carboidratos.

GLICOSE PÓS-SOBRECARGA

Uma curva glicêmica pode ser pedida para diagnosticar diabetes ou como acompanhamento de uma glicemia elevada.É colhida uma amostra em jejum, e o paciente ingere uma solução padronizada de glicose para “provocar” seu organismo. Em seguida, são colhidas uma ou mais amostras em intervalos específicos para acompanhar os níveis de glicose no tempo.

GONADOTROFINA CORIÔNICA (B-hCG)

A gonadotrofina corionica e um hormônio produzido pela placenta. A sensibilidade do método utilizado e de 2 UI/L, o que permite o diagnostico precoce da gravidez, a partir do primeiro ou do segundo dia de atraso menstrual ou seja, de 10 a 16 dias após a concepção. Normalmente, os níveis de hCG duplicam a cada 36-48 horas no inicio da gestação. Nos casos de perda fetal, os valores caem pela metade a cada 36-48 horas. Já uma queda abrupta nos níveis desse hormônio pode indicar má evolução da gestação. Os unicos medicamentos que podem acarretar resultados falso-positivos são os baseados em hCG (como Pregnil). Por sua vez, o uso de hormônios esteroides em geral não interfere no ensaio.

HDL COLESTEROL

Utilizado para avaliar o risco de doença cardíaca. Níveis reduzidos de HDL estão relacionados a um maior risco de desenvolvimento de doença cardíaca coronariana, como fator de risco independente, pois se associam fisiologicamente a uma menor deposição de lipídeos em placa ateromatosa.

HEMOGLOBINA GLICADA (A1C)

A dosagem da hemoglobina glicada permite a avaliação de longo prazo do controle glicêmico. O prazo avaliado é de cerca de 90 dias; níveis inferiores a 6,5% são associados a um bom controle glicêmico.

Hemoglobina, ELETROFORESE

Diagnóstico de hemoglobinopatias e talassemias; diagnóstico diferencial de anemias e hemólise. A eletroforese de hemoglobinas é de essencial importância no diagnóstico diferencial de anemias, microcitoses e hemólises, além de permitir análises familiares em parentes de portadores de hemoglobinas anormais.

HEMOGRAGRAMA

O hemograma é uma das análises mais utilizadas na prática médica, pois seus dados gerais permitem uma avaliação extensa da condição clínica do paciente. Embora não seja um teste extremamente sensível e específico para determinadas patologias, pode ser encarado como um sinal e/ou sintoma, integrante da avaliação inicial do paciente. No hemograma são avaliadas as três séries celulares componentes do sangue: eritrócitos, leucócitos e plaquetas, compondo o eritrograma, leucograma e plaquetograma. No eritrograma, são contados as hemácias, são medidas as concentrações de hemoglobina e hematócrito, são determinados os índices hematimétricos (volume celular médio, concentração de hemoglobina corpuscular média, hemoglobina corpuscular média), além da determinação do RDW, que indica a variação do tamanho entre as hemácias. No leucograma, os leucócitos são contados em termos gerais, sendo classificados em uma contagem relativa em diferentes populações (neutrófilos, basófilos, eosinófilos, linfócitos, monócitos), segundo suas características citológicas.
No plaquetograma, as plaquetas são contadas e seu tamanho médio e variações de volume são determinados.

HEPATITE A - ANTICORPOS IgG

Importante exame para diagnosticar infecção pelo vírus da hepatite A (HAV) ou para avaliar a resposta à vacinação contra hepatite A.

HEPATITE A - ANTICORPOS IgM

Importante exame para diagnosticar infecção pelo vírus da hepatite A (HAV)

HEPATITE B - ANTI-HBs

Indica recuperação sorológica e imunidade contra o HBV(vírus da hepatíte B), sendo útil para avaliar resposta a vacina contra hepatite B e a recuperação da infecção natural.

HEPATITE C (Anticorpos)

Exame para triar a presença de infecção pelo vírus da hepatite C (HCV).

HEPATITE D (Anticorpos IgG)

Diagnóstico da hepatite delta. Infecções com o vírus delta (HDV) são sempre vistas em associação com vírus da hepatite B (HBV), podendo aparecer como uma infecção simultânea ou como uma superexposição a um caso de hepatite B crônica (o vírus delta é um vírus RNA que necessita da presença do HBV para que ocorra a replicação). O diagnóstico sorológico depende do achado do antígeno ou da presença do anticorpo anti-HDV. A simultânea avaliação de anti-HBc IgM poderá ajudar a diferenciar a co-infecção presente da superinfecção.

HIDROXIVITAMINA

A vitamina D (ou calciferol) é uma vitamina que promove a absorção de cálcio (após a exposição à luz solar), essencial para o desenvolvimento normal dos ossos e dentes.

HIV - PCR QUANTITATIVO

A quantificação do RNA do HIV-1 (carga viral) e considerada o marcador laboratorial mais adequado para o estabelecimento do prognóstico de indivíduos infectados, assim como para o acompanhamento da resposta a terapêutica anti-retroviral.

HIV 1 e 2, PESQUISA

Pesquisa de anticorpos contra o vírus HIV, sendo o seu achado positivo indicativo de presença do vírus no organismo, sendo que é necessário a confirmação por técnicas mais precisas, que visam achar o vírus em si (DNA e suas proteínas) e não anticorpos contra ele, tais técnicas são: PCR e Western Blot.

HOMOCISTEÍNA

A Homocisteina em nÍveis elevados é um fator de risco independente e forte de aterosclerose e trombose. Valores elevados podem ser indicativos de deficiências de vitaminas B6, B12 (cobalamina), ácido fólico e riboflavina.

HORMÔNIO DO CRESCIMENTO (GH)

Avaliação do crescimento; diagnóstico de gigantismo e acromegalia.

HORMÔNIO FOLÍCULO ESTIMULANTE (FSH)

Diagnóstico de distúrbios da função gonadal; diagnóstico de tumores pituitários; diagnóstico e acompanhamento de quadros de infertilidade.

HORMÔNIO LUTEINIZANTE (LH)

Para avaliar a função hipofisária, especialmente em termos de problemas de fertilidade (dificuldades para engravidar).

IgE ESPECÍFICO

Os testes para quantifição de IgE específica tem por finalidade identificar o alérgeno responsável por manifestações clínicas de alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e tambêm hipersensibilidade a drogas. São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de alergia, quando ha história clínica sugestiva.

Imunoglobulina E (IgE Total)

A dosagem de imunoglobulina E (IgE) e útil para a triagem de processos alérgicos, pois, na quase-totalidade dos casos, pessoas com manifestações alérgicas apresentam níveis elevados de IgE.

INSULINA

Para avaliar a produção de insulina, diagnosticar insulinoma, e determinar a causa de hipoglicemia

LDL COLESTEROL

Para avaliar o risco de doença cardíaca, como parte de um exame de rotina com o colesterol total, ou para avaliação adicional quando o colesterol está alto.

LÍTIO

Exame para determinar os níveis de lítio no sangue, a fim de manter um nível terapêutico ou para detectar toxicidade do lítio.

MAGNÉSIO

Para avaliar o nível de magnésio no sangue e para ajudar a determinar a causa de níveis anormais de cálcio e/ou potássio.

MAGNÉSIO URINÁRIO

A dosagem do magnésio na urina e utilizada para avaliação de sua perda urinária e do seu balanço. Níveis baixos na urina precedem a redução do magnésio sérico.

MICROALBUMINÚRIA - 24horas

Para triagem de um possível distúrbio renal ou por lesão renal inicial em pacientes com diabetes.

MICROALBUMINÚRIA - Amostra isolada

Para triagem de um possível distúrbio renal ou por lesão renal inicial em pacientes com diabetes.

MIF

Técnica para achar parasitos nas fezes, com o principal objetivo de achar aqueles que são expelidos de forma periódica, já que serão avaliadas várias amostras de dias diferentes.

PARASITOLÓGICO

Diagnóstico de infestação por parasitas intestinais. No laboratório Deomar Bittencourt são utilizados três métodos para a detecção de parasitas, além de contar com uma equipe altamente especializada e liderada pelo pelo Dr. Deomar Bittencourt na análise dos exames.

PARATORMÔNIO INTACTO (PTH)

Para determinar se os níveis de PTH estão respondendo normalmente à alterações nos níveis de cálcio no sangue; para avaliar a função da paratiróide; durante a cirurgia para o hiperparatiroidismo, para confirmar a remoção da glândula (s) que estavam causando o problema

PCR ULTRA-SENSÍVEL

É um marcador de fase aguda de processos infecciosos ou inflamatórios; seguimento terapêutico das doenças reumáticas em geral. fator de risco isolado de risco coronariano.Estudos prospectivos tem demonstrado que a proteína C reativa (PCR) pode ser usada para predizer o futuro evento cardiovascular. O método com alta sensibilidade é usado para este propósito.

PESQUISA DE GORDURA FECAL

Processos de má digestão e malabsorção podem causar esteatorréia. Pacientes com má digestão excretam triglicérides, enquanto pacientes com malabsorção excretam ácidos graxos em excesso. Esta análise permite esta distinção.

PESQUISA DE SANGUE OCULTO

O sangue oculto nas fezes e definido como a presença de sangue nas fezes que requer testes bioquímicos para sua detecção. Pode ser derivado do trato gastrintestinal alto, bem como do intestino delgado e do cólon. É utilizado como método de triagem do carcinoma colorretal embora apresente sensibilidade baixa.

PESQUISA DE SUBSTÂNCIAS REDUTORAS

Diagnóstico das deficiências enzimáticas (principalmente lactase), onde a má absorção dos diferentes açúcares determina o aparecimento de substâncias redutoras nas fezes, além da perda no pH das mesmas. Os açúcares não absorvidos são avaliados como substâncias redutoras.

POTÁSSIO

Para determinar se a concentração de potássio está dentro dos limites normais e para ajudar a avaliar um desequilíbrio eletrolítico, para monitorar hipercalemia aguda ou crônica ou hipocalemia.

POTÁSSIO URINÁRIO

O teste e útil na avaliação do balanço hidreletrolítico e acidobásico. Sua maior aplicação reside no diagnóstico diferencial das hipocalemias(concentração de potássio baixa no sangue), no sentido de separar as de causa renal daquelas de origem não-renal.

PROGESTERONA

Para ajudar a determinar a causa da infertilidade, rastrear a ovulação, ajudar a diagnosticar uma gravidez ectópica ou não, acompanhar a saúde de uma gravidez, e ajudar a diagnosticar a causa de sangramento uterino anormal.

PROLACTINA

Sua dosagem esta indicada no diagnóstico e no seguimento de tumores hipofisários, na síndrome de galactorreia e/ou amenorreia, na impotência e na esterilidade.

PROTEÍNA C REATIVA (PCR)

É um marcador de fase aguda de processos infecciosos ou inflamatórios; seguimento terapêutico das doenças reumáticas em geral. fator de risco isolado de risco coronariano.

PSA LIVRE

Para filtrar os homens assintomáticos e sintomáticos quanto ao câncer de próstata; para ajudar a determinar a necessidade de uma biópsia na próstata; para monitorar a eficácia do tratamento do câncer de próstata, e para detectar a recorrência de câncer de próstata.

PSA TOTAL

Para filtrar os homens assintomáticos e sintomáticos quanto ao câncer de próstata; para ajudar a determinar a necessidade de uma biópsia na próstata; para monitorar a eficácia do tratamento do câncer de próstata, e para detectar a recorrência de câncer de próstata.

PTTK - Tempo de Tromboplastina

Monitoramento da terapia com heparina; triagem para defeitos da coagulação. Isoladamente, é o melhor teste para detectar problemas na coagulação, obtendo resultados anormais em 90% dos casos.

REAÇÃO DE WIDAL

Auxílio no diagnóstico da febre tifóide.

RETICULÓCITOS

Diagnóstico diferencial das anemias; controle terapêutico. Valores aumentados: anemia hemolítica, anemia por perda de sangue, início da terapêutica específica de algumas anemias (deficiência de ferro ou anemia megaloblástica). Valores diminuídos: anemia aplástica, anemia ferropriva e megaloblástica antes do tratamento

SÓDIO

Avaliação do equilíbrio hidro-eletrolítico. Valores aumentados: perda excessiva de água através da pele, pulmões e rins (diabetes insipidus, acidose diabética, síndrome de Cushing, coma, doença hipotalâmica). Valores diminuídos: diarreia, vômitos, abuso de diuréticos, pielonefrite crônica, acidose metabólica, acidose tubular renal, diurese osmótica, insuficiência adrenocortical primária e secundária.

SOMATOMEDINA C (IGF1)

Um exame útil no diagnostico complementar das deficiências de hormônio de crescimento (GH). Valores baixos confirmam a deficiência de GH.

T3 LIVRE

Para ajudar a diagnosticar hipertireoidismo.

T4 NEONATAL

Para triagem de hipotireoidismo em recém-nascidos.

TAP - Tempo e Atividade da Protrombina

Exame para controle terapêutico de anticoagulantes orais; avaliação da função hepática e desordens de coagulação.

TEMPO DE HEMOSSEDIMENTAÇÃO

Utilizado para avaliação e controle de processos inflamatórios, como por exemplo a artrite reumatóide.

TESTE DE FALCIZAÇÃO

Diagnóstico diferencial de anemias hemolíticas; detecção de hemoglobinopatias associadas à doença falciforme. O fenômeno falciforme diz respeito à deformação na morfologia das hemácias, devido à presença de hemoglobinas anormais.

TESTE DO PEZINHO

O Teste do Pezinho é um exame laboratorial simples que tem o objetivo de detectar precocemente doenças metabólicas, genéticas e ou infeciosas que poderão causar lesões irreversíveis no bebê, como por exemplo retardo mental. A maioria das doenças pesquisadas podem ser tratadas com sucesso desde que diagnosticadas antes mesmo de manifestar os primeiros sintomas.

TESTOSTERONA LIVRE

Avaliação da fração ativa da testosterona; avaliação do hirsutismo em mulheres (principalmente quando os níveis de testosterona total estão normais).

TESTOSTERONA TOTAL

O teste constitui um bom recurso para a avaliação do desenvolvimento da puberdade e para o diagnóstico do hipogonadismo. Nas mulheres, a dosagem de testosterona esta indicada no estudo dos casos de virilização e hirsutismo.

TIPAGEM SANGUÍNEA

Determinação do tipo de antígeno que o paciente encontra em suas hemácias, sendo de importância fundamental seu conhecimento para procedimentos como transfusão de sangue, transplantes e avaliação pré-natal.

TIREOGLOBULINA

Exame para monitorar o tratamento de câncer de tireóide e para detectar recorrência; menos comumente, para ajudar a determinar a causa da hiper e hipotireoidismo.

TIROXINA LIVRE (T4 Livre)

Para ajudar a avaliar a função da glândula tireóide; para ajudar a diagnosticar hipotireoidismo ou hipertireoidismo; para triagem de hipotireoidismo em recém-nascidos.

TIROXINA TOTAL (T4)

Para ajudar a avaliar a função da glândula tireóide; para ajudar a diagnosticar hipotireoidismo ou hipertireoidismo; para triagem de hipotireoidismo em recém-nascidos.

TOXOPLASMOSE IgG

O teste é útil para o diagnóstico da toxoplasmose ou, então, para saber se o indivíduo já teve a infecção provocada pelo toxoplasma no passado.

TRANSFERRINA

Para avaliar a capacidade do sangue de transportar ferro.

TRIGLICERÍDEOS

Exame para ajudar na avaliação do risco de doença cardíaca.

TRIIODOTIRONINA TOTAL (T3)

Para ajudar a diagnosticar hipertireoidismo.

TSH – Ultrassensível

Exame para ajudar a diagnosticar doenças da tireóide; para monitorar o tratamento de hipotireoidismo e hipertireoidismo

URÉIA

Para avaliar a função renal e monitorar a eficácia de diálise e outros tratamentos de doenças renais.

URÉIA URINÁRIA

Uso: avaliação da função renal.

VDRL

Usado para diagnosticar e acompanhar pacientes com sífilis

VITAMINA B12 (CIANOCOBALAMINA)

Avaliação da deficiência de vitamina B12.É a única vitamina sintetizada exclusivamente por microorganismos, sendo estocada primariamente no fígado sob a forma de adenosilcobalamina. É importante na hematopoiese e função neuronal. Valores aumentados: insuficiência renal crônica, diabetes, insuficiência cardíaca grave, leucemias, alguns carcinomas, doenças no fígado. Valores diminuídos: deficiência de vitamina B12, síndromes de má absorção, dieta vegetariana, desordens congênitas, deficiência de ferro, deficiência de folato (ácido fólico).

WAALER ROSE

Diagnóstico de artrite reumatóide.

ZINCO (SORO)

Exame utilizado para diagnosticar a deficiência de zinco..O zinco é um nutriente essencial (componente de muitas enzimas importantes) e sua deficiência pode acarretar sérias consequências à saúde humana.

Jardim Camburi

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